segunda-feira, 25 de maio de 2009

torneio de níveis



Hoje vou falarvos acerca de um campeonato de Tumbling em que participei.


O Tumbling é uma modalidade particularmente desconhecida em Portugal mas é muito popular na Russia. É parecida à ginástica desportiva, nomeadamente ao aparelho de solo.


Foi uma grande honra poder representar o meu clube, que conta já com 90 anos de existência. O LGC habito-ou-se a resultados muito positivos nesta modalidade mas não só, tem tambem nos trampolins dois atletas Olímpicos.


A prova correu bem a todos e sem dificuldades conseguimos os três lugares cimeiros do pódio. Eu obtive um resultado bastante fraco para o que pretendia mas também não desrespeitável, 7º lugar.


Começou o dia com um pequeno aquecimento com e sem pista. Durante a prova todos acertámos as duas séries apenas com excepção da Adriana que falhou o mortal. Resumindo e concluindo todos ficámos contentes e felizes.




Aqui vão algumas fotos e vídeos:










domingo, 10 de agosto de 2008

flores

Pela 3ª vez em quatro anos fui aos Açores.
Este ano, o extenso e engraçado grupo acolheu mais uma pessoa, a Sofia.
Para quebrar a rotina fomos primeiro a uma nova ilha: as Flores.
A casa em que ficámos na Fajãzinha era linda, enquadrada num imenso vale onde corriam ribeiras e cascatas pelas escarpas. Fazia-me lembrar Aranza. A casa era duma idosa simpatiquíssima: a dona Teresa.
As pessoas da ilha diziam simplesmente quando lhes pedíamos boleia para casa:
-É o sítio mais bonito da ilha.
Falando-vos da Fajãzinha posso dizer que nela correm lebres e coelhos e que na aldeia que hoje em dia tem 80 pessoas e já teve 534, há uma igreja enorme com uma torre e sinos, a mercearia do sempre simpático sr. Baldes, uma pequena drogaria e o restaurante "Pôr-Do-Sol" onde comemos no primeiro dia. No dia em que chegámos, fomos à Lagoinha, um sitio lindíssimo, todo verde, com floresta a limitar os contornos do lago que ainda era bem grande. A Lagoinha era onde uma imensidão de cascatas acabava, sítio a visitar.
No segundo dia fomos a um lugar com o nome de Fajã Grande. Era um caminho de 4 km a pé, coisa pouca. Não havia praia, apenas um porto e piscinas naturais. Optámos pelo porto. Com uma água meio quente tomámos o primeiro banho nos Açores. De seguida fomos à poça do bacalhau tomar banho com a água da cascata a cair-nos em cima, e cobras de água por baixo.
No dia seguinte fomos da Fajã Grande a Ponta Delgada, num percurso de 10 km. A caminhada acabou no porto da vila.
A água estava quente, tão quente que atraíra águas vivas, que por acaso davam choques e, ainda por acaso, me picaram. A dor era insuportável, eu gritava, agoniado, esperando uma cura para aquilo. Passados uns minutos não doía.
Ao romper da aurora do dia seguinte, eu, o meu pai, a Mariana e o Paulo Basílio fomos de casa até ao Lajedo (gajedo, para a cambada), numa caminhada de 9km que começava numa subida tipo estrada de pedra muito íngreme com muitos miradouros inventados à pressa. Passava pelo Mosteiro e outras terrinhas completamente desabitadas. No caminho viam-se ratos gigantes mortos, gengibres enormes a entrar pelo caminho dentro e uma vista fabulosa sobre a rocha dos Bordéus (património da Humanidade pela UNESCO). Nesse dia fomos infelizes para casa, pois não tivemos o privilégio de tomar banho de água salgada. Em casa conversámos e decidimos ir à ribeira mais próxima. E aí, não via a ilha das Flores mas sim Aranza. Era igual. A água límpida e transparente deixava o fundo de seixos desmentido, eirós e peixes completamente descobertos no fundo do riacho. Pela zona da maior queda de água viam-se trutas e algas dançando ao som da pequena queda de água. Lindo e por isso recomendável. Nesse dia à noite fomos tocar os grandes sinos da igreja local. Que barulho que faziam os sinos!
No dia seguinte fomos novamente à Fajã Grande. O mar amainara e não se avistavam ao longo da costa ondas. Sem as partículas de algas e plancton a tapar o fundo ganhava aquele lugar uma vida que não pensámos existir. Tudo se via: pequenos peixes nadando de um lado para o outro, escondendo-se de quem se aproximava, pequenos e médios sargos que até se conseguiam agarrar, peixes camuflados na grossa areia negra, caranguejos agarrados ao porto, e os sítios onde antes saltávamos pensando não existir rocha.
Do porto viam-se também quedas de água imponentes, e campos verdejantes que não ofereciam passagem nem ao mais astuto alpinista.
No dia seguinte zarpámos cedo em direcção à Fajã de Lopo Vaz, desta vez fomos de carro.
De cima a Fajã oferecia uma riquíssima vista sobre o Atlântico. Uma descida acentuada e comprida por entre as ramagens verdes e os frutos vermelhos de cada arbusto, os troncos escorregadios de pequenas árvores e os riachos gélidos que corriam por toda a parte. A descida findava numa pequena casa com ananases e papaias, com arassas e bananas e com uma imensa
praia de areia negra e porca. A areia escaldava, as "dunas" cheias de um cheiro nauseabundo, garrafas de plástico, bidões, chinelos e até cocos. Era a encarnação perfeita de uma lixeira. A praia não oferecia a possibilidade de um grande banho mas... A Matilde, sem nunca entrar no mar, construía sem cessar uma coisa qualquer com folhas de bananeira secas e pequenos troncos. A praia feia e triste obrigou-nos cedo a fugir.
Pela tarde desse dia fomos com as velhas à ribeira, foi um fascínio.
No dia seguinte voltámos novamente à Fajã Grande pois era o único sítio que sabíamos ser agradável.
Foi o último dia nessa ilha.




texto em construção

sábado, 7 de junho de 2008

viriato

A escola onde ando "Luis de Camões" fez como em todos os anos uma ópera ligeira. Desta vez foi no CCB.
Eu como no ano passado fui ajudar por isso tive que lá estar ás 9:00 da manhã, foi giro. Coloquei os sacos com o nome de cada pessoa no seu sítio meti lanças e falcatas elásticos no seu sÍtio.
Depois fomos almoçar.
E mais tarde só ás 2:15 começou o ensaio de solistas, eram eles:
o Santi (Cipião)
o Salgado (general romano)
o João Jorge ( " " )
o Fernando ( " " )
o Duarte ( solista lusitano)
o Maleitas ( " " )
o Mário ( traidor)
o Duro ( " )
Eu (apesar de não cantar)
E mais um traidor e um general.
Até correu bem.
Depois foi o ensaio geral com todos os alunos participantes em cima do palco.
Ainda não havia publico mas tudo foi levado a sério.
Quando ainda no ensaio geral foi a musica da cadeirinha fiquei com medo pois das únicas vezes que tinhamos feito essa proesa caía sempre de cabeça, mas conseguimos fazer toda a música nessa posição.
Quando o ensaio acabou fomos todos para o camarim dos solistas.
Eu que não tinha levado comida tive que pedir ao Bruno (levava uma mochila só com comida)
vestimonos, gosámonos,maquilhámonos...
Ás 8:00 subiram os solistas para colocar os micros.
Tivemos na conversa até ás 8:30 e aí abriram-se as portas para o público.
Quando começou a abertura da ópera eu nem sabia se entravamos logo.
Na música cantada pelo Maleitas e Duarte "um bom dia Viriato" tive qua fazer "slalom" entre os lusitanos que estavam á frente. Estava tão nervoso.
Depois na da luta tal como no ensaio ataquei os generais romanos.
E na faixa a seguir é que foi pior era a da cadeirinha, mas apesar de alguns precaussos consguimos termina-la da maneira que era suposto.
E depois enquanto toda a gente dormia houve "zas traz paz" e eu morrera.
Mais tarde o lamento em que já morto era trasportado para fora do palco.
Para mim a ópera acabara aí pensara eu, mas...
Fui ter com o Santi ambos estavamos orgulhosos, felizes, contentes etc.
Depois de tudo ter terminado falou a stora Rosa que é a presidente do conselho directivo.
Depois foram chamados os professores de música ao palco e eu.
Nem sabia que iria ser chamado por isso fiquem mais vermelho que os romanos.
Não sabia se havia de ir ter com a professora Rosa mas a quantidade de aplausos que vinha,m do palco e do publico disseram-me para avançar.
Beijei a prof. e os aplausos iam-se multiplicando.
Depois veio o santi a palco e todos os outros solistas já em palco vieram também.
Agradeçemos felises e contentes como as mães quando o filho diz a primeira palavra ou começa a andar.
Fomos mais tarde para os camarins em festa e eu era felicitado por toda gente que por mim passava.
Já no camarim os solistas cantavam: Portugal Portugal.
Despedimonos em festa.
Eu e o Santi passamos o corredor de uma maneira pouco ortodoxa.
E assim práticamente acabou o meu dia pois meu irmão veio a minha casa apanhar 4-O.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

tinginha lima

Tinguinha lima, decorem este nome.
Este nome se calhar não vos diz nada mas, foi campeão brasileiro, campeão do continente sul-          -americano, competiu contra os nomes mais sintilantes do surf mundial.
 Começou a surfar com poucos anos após um amigo lhe ter dado várias pranchas.
Surfou ao mais alto nível até que uma lesão o fez o fez parar (pelo que conta tinha mais ao menos 34 anos) e foi obrigado a escolher outra coisa que não fazer aquilo que gosta. Sentado a uma secretária, a assinar contratos, indo a reuniões de pessoas que só o fato custa  5000€ , ganhava bem mas... faltava surf.
Dois anos mais tarde recuperou da lesão.
Voltou a ser campeão brasileiro, entre outros feitos.
Mais tarde com 40/42 anos veio para Portugal, ensinar surf e "gerir" um bar (perto da praia das maçãs).
Agora o eis 42 do mundo ensina a única coisa que sabe e fazendo ATLs nas férias com a ajuda da mulher Marcela.
Se quiseres informações vai ao site: tingasurf.net



NOTA: Este texto pode conter algumas mentiras porque este sr. de quem vos falei ainda é mais mentiroso que eu!

NOTA: Marcela desculpa não ter falado de ti mas o texto era sobre o teu marido

segunda-feira, 19 de maio de 2008

a taça é nossa!!!

Com certeza sabem que o  Sporting ganhou na final da taça de Portugal ao Porto. Foi um jogo bom com um golo de Romagnoli mal anulado por fora de jogo aos 40 min. ao Sporting.
Mais tarde acabou, empatado, o tempo regulamentar do jogo e por essa mesma razão teve que se recorrer ao prolongamento.
E eis que na segunda parte do prolongamento uma entrada para penalti* duvidosa de Polga resulta na jogada que proporciona o primeiro e estranho golo com a marca (Tiui). Anima-se o jogo e sete minutos mais tarde surge o 2-0 novamente por intermédia de Rodrigo Tiui.
Quando acabou dei (o grito do Ipiranga)**.
No dia do seguinte esfreguei o cashcol na cara do Tiago (é tripeiro),cantei,gritei...
                  E BASTA O SPORTING GANHAR QUE A FESTA É IGUAL.

Nota: Espero que para o ano já se troque o bentinho, nem que seja pelo "engenheiro do penta"
* Polga toca Lizandro na linha divisória da grande área mas se é falta ó não fica ao critério de cada um
** Devo esta expressão a professora de história Fátima Correia

segunda-feira, 28 de abril de 2008

mestrado

hoje dia 28 de abril a o meu irmão apresentou a sua tese de mestrado na unl (universidade nova de Lisboa mas que de nova não tem nada).
Saí das aulas 45 min mais cedo das aulas mas o meu pai só chegou a 1h.
Até á Mt. da Caparica havia muito espaço para percorrer e muito menos tempo... mas ainda deu para almoçarmos na cantina da univercidade.  Para assistir á apresentação estavam: eu a minha irmã o meu pai o Nuno Madureira o Mendez o avô o Sérgio e uma que eu não sei o nome.
o meu irmão falou com toda a calma e bem se bem que com algumas gralhas na tese de 200 páginas e um power point com também um erro prontamente imendado por mim, a meio da apresentação foi-se o Sérgio embora e chegaram a joana e a raquel. As juris excederam bastante o seu tempo mas ninguém se opôs. Quando acabaram as perguntas fomos embora esperar a nota da tese.
um misere 16!.mas a vida continua.
depois da apresentação fomos para a charneca ver se petiscavamos alguma coisa. Finalmente paramos num rasca em que cada um pediu  o que queria e fizemos o jogo da moeda que passo a explicar: com um cigarro queimasse papel enrolado num copo com uma moeda ao meio e o primeiro a deixar a moeda cair perdia, foi renhido.
mais tarde o mano veio cá levar a sua dose.

domingo, 27 de abril de 2008

neve

No carnaval, houve viagem grande até á Suiça, fomos todos, eu, os meus pais, a minha irmã, o mano Ão, os primos,os tios e o Carlos Cruz (cargaté). Foi lindo, eu já lá tinha estado mas desta vez bateu tudo.
Voámos com a companhia aérea Easy Jet num voo apalhaçado, atordoado, de cerca de 2:15 min. 
No aeroporto já nos esperavam o mano e o nice to meet you (que era o gajo do transfer).
Pusemo-nos a caminho de Les Gets!!!
Quando lá chegámos reinava um frio discreto mas sentido por todos, a sorte foi o chalé quentinho. Depois de nos terem aberto a porta houve uma discussão pelo quarto maior, que nem vos digo nem vos conto, como e óbvio o maior quarto foi para os rapazes que até éramos mais, todos amontoados dormimos.
No dia seguinte foi a festa.
Fomos alugar os skis e snowboards à famosa loja. Eu fui o primeiro a vir para a pista esquiar.
Fizemos uma quantidade enorme de pistas, e no fim do dia quando fecharam os saca rabos, eu e o resto dos rapazes fizemos uma rampinha de saltos à porta de casa. No primeiro dia os meus saltos foram baixos, longos, rápidos e sem técnica, mas também não fui só eu a vacilar.
Quando entrei em casa até delirei com a temperatura.
Ao jantar ninguém comeu quase nada pois a comida era escassa.
A noite foi calma apesar de ter dormido ao lado do Carlos Cruz.
O segundo dia de neve também foi "core" e rápido.
A tardinha, levou menos de nós a saltar e os meus primeiros e mais certos 180º.
O jantar era bom mas em pouca "contidade", e foi nesse dia que o "twix "chegou a casa. 
No terceiro dia foi a vez de fazermos a preta de que já não me lembro o nome. Essa pista era extensa, e por isso, quando cheguei cá abaixo ressentido de algumas quedas espalhafatosas de  frente parecia o pai natal com o casaco vermelho e a cara mais branca que sei lá. Foi também nesse dia que perdi o baton (acho que é assim que se escreve).
Essa noite teve a mesma rotina com o senão de termos frangos a dar com pau e ter nevado a noite inteira.
No dia seguinte nevava tanto que só conseguimos esquiar à tarde. De manhã houve desde construções na neve a guerra de bolas de neve. Quando partimos para a pista nevava que era uma  beleza mas não deixava ver nada e por isso, houve um choque com a 
Teresa, espectacularmente invulgar.
Nessa noite aconteceu um famoso e demorado jogo de xadrez entre mim e o Nuno que acabou empatado, mas o melhor foi o prémio que eu dei ao meu primo a seguir ao jogo, até viu estrelas...
No último dia houve bom ski no mont cherri, no snow parque com grinds de espectáculo e quedas não menos aparatosas. Do outro lado do monte, nas pistas, houve uma disputa renhida para ver quem chegava primeiro ao fim, apesar de ter havido batota, pois a pista preta era mais pequena.
Foi um dia triste, pois era o último  dia de neve.
No dia seguinte embarcámos para Lisboa num voo mas sossegado do que o primeiro e mais estudioso.
Foram sem dúvida alguma, umas grandes férias.

Se quiseres imagens da vila/paisagem vão à chapéuverde.blogspot.com. Se quiserem imagens do resto, peçam-me.